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Download- Resident Evil CODE:Veronica [Multi 4]

Prévia:
Comemorando o sucesso da série, a Capcom decidiu re-lançar um dos melhores episódios de Resident Evil para o Playstation 2. Code Veronica, anteriormente exclusivo para Dreamcast, será remodelado consideravelmente para o console da Sony.

A primeira novidade são 10 minutos de animação computadorizada inéditos, que complementam ainda mais o enredo. O detalhe do rosto dos personagens será aumentado nas partes renderizadas em tempo real, para melhorar sua expressividade.

A base gráfica do título também vai receber uma reforma. Aproveitando o potencial do PS2, a Capcom pretende melhorar os efeitos luminosos e as texturas do jogo, para conseguir melhorar ainda mais o incrível clima de terror.

Mas não se julga um livro pela capa, e por isso mesmo Code Veronica terá novidades na parte jogável também. Quando você trocar do ponto de vista de Claire para o de seu irmão Chris, a nova versão terá desafios diferentes, para evitar a repetitividade do original. E parece que algumas mini-missões, no estilo da de Tofu em RE2, serão incluídas.


Torrent[PS2]





FICHA TÉCNICA:
Fabricante: Capcom
Lançamento: 03/12/2003
Distribuidora: Capcom
Tamanho:
Suporte: 1 jogador, cartão de memória
Outras plataformas: GC

Download - Resident Evil Outbreak File #2 [Multi 5]



Prévia:

Depois de fazer sucesso com a série "Resident Evil", a Capcom dediciu apostar em uma versão online e se desdobrou para criar um gênero virtualmente novo - mantendo os sustos e a tensão do original, mas permitindo a interação de diversos jogadores. O game teve seus altos e baixos, mas conseguiu criar algo bem fiel ao tema original. Agora a primeira continuação leva essa tradição adiante.

Quem espera grandes mudanças pode ficar decepcionado: "File #2" é pouco mais do que uma expansão, trazendo cinco novos cenários nos quais os personagens devem tentar escapar com vida da invasão de zumbis em Raccoon City. As novas missões trazem alguns ambientes interessantes que prometem empolgar os fãs do original: um zoológico tomado por animais zumbificados, um hospital com sérios problemas de surto do vírus da Umbrella e os trilhos do metrô da cidade.

Como no original, jogadores ainda precisam se comunicar com frases prontas, mas as opções estão mais extensas e é possível dar ordens específicas de movimento para personagens definidos, além de compartilhar os dados de documentos coletados. A melhora na comunicação deve facilitar muito a vida dos jogadores.

A continuação também permite mais liberdade para os participantes, que agora não contam com restrição na escolha dos personagens. Usando versões alternativas deles, é possível até selecionar grupos com exatamente as mesmas habilidades - mas as equipe foram diminuídas para três integrantes. E cada um deles ganhou novos poderes e a habilidade de compartilhar alguns de seus itens iniciais.

"Outbreak File #2" não escapa muito do original, mas promete mais aventuras emocionantes para quem viu no primeiro game uma nova era para a série "Resident Evil".


Video Análise:


Torrent


Download por partes:
(rapidshare)

LINKS EXCLUSIVO DOWNLOAD TUNNING

FICHA TÉCNICA:
Fabricante: Capcom
Lançamento: 26/04/2005
Tamanho:2.46gb
Distribuidora: Capcom
Suporte: 1-3 jogadores, cartão de memória, multiplayer online, disco rígido

Download - Resident Evil Outbreak [Multi 5]


Prévia:
O GameCube está com a exclusividade da série "Resident Evil", mas a Capcom vai abençoar o PlayStation 2 com mais uma experiência baseada nos conceitos da série. Ao invés de adicionar samurais ou filhos de demônios, desta vez a empresa manteve o enredo e cenário dos demais jogos, mas adicionou a possibilidade de multiplayer através da Internet. Este é "Biohazard Network", que chegará ao ocidente com o nome "Resident Evil Outbreak".

Você não irá os famosos agentes da S.T.A.R.S., mas sim os pobres habitantes de Raccoon City, a cidade assolada por crimes de canibalismo. A história de "Resident Evil Outbreak" acontece paralelamente aos eventos encenados nos primeiros dois games da série.

Assim, até quatro participantes podem escolher entre oito personagens para fazer o que tornou "Resident Evil" célebre: sobreviver. Se os jogadores humanos não completarem as quatro 'vagas', o computador assume os demais. Os escolhidos são: Kevin, um policial da cidade; Mark, um veterano de guerra que virou segurança; Cindy, uma garçonete; Alyssa, uma jornalista; Jim, um funcionário do metrô que gosta de quebra-cabeças; David, um encanador; George, um médico cirurgião e Yoko, uma jovem garota que esconde um grande segredo. Juntos, eles devem combinar suas habilidades para não apenas sobreviver, mas descobrir a razão pela qual zumbis canibais estão invadindo a cidade.

O resultado final deve ser parecido com as famosas situações da série antiga, em que um segundo personagem controlado pelo computador se unia ao herói ou heroína e juntos eles solucionavam os quebra-cabeças e demais desafios. Ao contrário de jogos como "Phantasy Star Online", cada um dos quatro participantes podem se separar e combinar um local e hora para um encontro... mas ao contrário do que acontecia em "Resident Evil", você não sabe se um eventual atraso de seus colegas é um elemento da trama ou se algo ruim aconteceu com eles!

"Resident Evil Outbreak" promete trazer exatamente a variedade que a série está precisando. Na pior das hipóteses, se você ficar muito assustado, pode sempre arrancar o fio do telefone...



Torrent



Download por partes:

Part01 - Part02 - Part03 - Part04
Part05 - Part06 - Part07


FICHA TÉCNICA:

Fabricante:
Capcom
Lançamento:
01/04/2002
Tamanho:
4.38 gb
Distribuidora: Capcom
Suporte:
1-4 jogadores, cartão de memória, multiplayer online

Avaliação:
Regular

Resident Evil 4 - PS2 [PT-BR]




Video Review:







FICHA TÉCNICA
Fabricante: Capcom
Lançamento: 25/10/2005
Distribuidora: Capcom
Suporte: 1 jogador, cartão de memória
Outras plataformas: PC WII

ImperdívelAvaliação:
Imperdível


Torrent


OBS:O RE4 vai ser em pt-br apenas no download por partes, pelo torrent é normal.



NOVOS LINKS PT-BR

Download:

Download - Fatal Frame

Prévia:
Vamos lá, uma rápida (e gratuita) aula de fotografia para nossos leitores: o filme que utilizamos é coberto de um sal de prata, que é queimado com facilidade pela luz solar. Quando você compra um rolo de filme para sua máquina, já percebeu que precisa escolher a sensibilidade dele (ISO ou ASA)? Isso é diretamente ligado ao tamanhos dos grãos desse sal de prata. Quando usamos um filme muito sensível, seus grãos são maiores, resultando em imagens granuladas (algo que pode ser visto com facilidade no filme De Olhos Bem Fechados, de Stanley Kubrick). Primeiro, a Konami criou um filtro com esse efeito de granulação emSilent Hill 2. E agora é a vez da Tecmo com Fatal Frame (Project 0 no Japão).

O jogo se encaixa na linha de Horror de Sobrevivência como Resident Evil e Clock Tower, mas com um toque de quebra-cabeça no estilo de Shadow of Destiny: sua 'arma' é uma câmera fotográfica.

O jogo se passa em uma antiga mansão que pertencia a um antigo samurai, que recentemente foi palco de três estranhas e inexplicáveis mortes. A personagem principal e seu irmão encontram fotos das vítimas, e percebem sinais sobrenaturais nelas. Nessa noite, os dois estão dirigindo seu carro em uma estrada abandonada... a protagonista acaba adormecendo, e ao acordar, vê que seu irmão sumiu e tudo que lhe resta é a câmera - herança da mãe dele.

Procurando seu irmão na floresta, ela encontra a mansão abandonada. A sacada do jogo é que fotos tiradas com a câmera revelam detalhes do passado e almas penadas que vagam pela casa. A idéia é conseguir pistas com as fotografias para progredir no jogo.

Semelhanças com Silent Hill não são poucas: dá para perceber pelas imagens e trama que Project 0 está apostando em terror psicológico para impressionar os jogadores.

Tudo indica que games de terror estão em alta ultimamente, e Fatal Frame não apenas investe nessa tendência, mas oferece algumas novidades para o gênero.
FICHA TÉCNICA:
Fabricante: Tecmo
Lançamento: 04/03/2002
Distribuidora: Tecmo
Suporte: 1 jogador, cartão de memória


Torrent





Partes:

Servidor: Megaupload
Tamanho dos Arquivos: 450mb
Idioma: Inglês
Formato: DVD5
Sistema: NTSC
Senha para Descompactar: não há
Parte 1
Parte 2
Parte 3
Parte 4


Fatal Frame II (2): The Crimsom Butterfly

Prévia:
"Fatal Frame" entrou no mundo dos games pronto para tomar a coroa de jogo mais assustador de série clássicas como "Alone in the Dark", "Resident Evil" e "Silent Hill". O título colocava jogadores no papel de uma estudante que explorava uma mansão mal assombrada. Sua única arma? Uma câmera fotográfica capaz de prender espíritos. O criador do game, Keisuke Kikuchi, agora prepara uma continuação que promete ser ainda mais arrepiante.

Desta vez, a mansão, escondida em um local pouco acessível, era o lar de um ritual antigo no qual uma irmã matava a outra em um terrível sacrifício satânico. Coincidentemente, você controla uma de duas irmãs gêmeas no jogo.

A relação entre as duas garotas é bastante complicada. Uma das irmãs conta com grande sensibilidade espiritual: além de seus poderes como médium, ela é muito suscetível às possessões espirituais. Mas os jogadores controlam a OUTRA irmã - que foi responsável pelo ferimento em sua irmã paranormal, e por isso sente grande responsabilidade em defendê-la. Agora, além de garantir sua própria segurança, o novo game dá uma nova sensação de urgência quando sua irmã desaparece.

O diretor de "Fatal Frame 2" prometeu ajustar melhor a dificuldade da continuação, fazendo o uso da câmera ficar mais intuitivo e prático, mas melhorando os desafios para garantir uma experiência divertida.

Como no jogo anterior, o criador ainda afirma que o jogo é baseado em "fatos reais", mas explica que os dois games não são apenas uma nova versão de algo específico, mas a ligação entre diversas lendas, filmes e romances de terror concentradas em um único roteiro.
FICHA TÉCNICA:
Fabricante: Tecmo
Lançamento: 10/12/2003
Distribuidora: Tecmo
Suporte: 1 jogador, cartão de memória
Avaliação:
Imperdível

Torrent:



Partes:

Download - Fatal Frame III (3): The Tormented


Video Analíse:

Download - Obscure - The Aftermath PS2

Obscure: The Aftermath é um jogo de aventura com foco no terror no maior estilo Silent Hill. O game se passa na universidade fictícia de Fallcreek, onde estudantes descobriram uma flor negra alucinógena que esconde segredos assustadores.

O jogador assume o papel de seis estudantes da universidade, cada um com uma personalidade e estereótipo diferente. Ao longo do jogo, os estudantes sempre andam em dupla, criando uma jogabilidade baseada na cooperatividade.

Além de explorar os ambientes, coletar armas e acabar com os inimigos, o jogador deve solucionar uma série de quebra-cabeças com base em conversas com outros estudantes da universidade.

Gameplayer:



FICHA TÉCNICA:
Fabricante: Hydravision/Ignition
Lançamento: 2008
Distribuidora: Playlogic
TAMANHO: 1.49 GB
Suporte: 1-2 jogadores, Cartão de memória
Outras plataformas: PC WII

Resident Evil 4 - PS2 [MULTI 5]




Video Review:





FICHA TÉCNICA
Fabricante: Capcom
Lançamento: 25/10/2005
Distribuidora: Capcom
Suporte: 1 jogador, cartão de memória
Outras plataformas: PC WII

ImperdívelAvaliação:
Imperdível

Silent Hill Origins PS2






Silent Hill: Origins encerra todas as características que qualquer fã de longa data reconheceria imediatamente e até esperaria ver. Novamente estão presentes os diálogos misteriosos, a atmosfera carregada, sangue em abundância e uma cidade totalmente envolta em uma inarredável névoa. Tudo isso de fato está presente e relativamente bem representado, porém, para quem gostaria de ver novos elementos e um estilo de terror um pouco... evoluído, pode mesmo acabar sentindo que “faltou algo”.

Apesar disso, o jogo traz sim uma boa quantidade de locais familiares e peças que estavam faltando na trama que começa com o primeiro jogo (tal qual um Resident Evil 0), algo que provavelmente vai agradar em cheio os fãs.

Um protagonista apenas... comum

O caminhoneiro Travis parece ter caído de para-quedas em Silent Hill. Em Origins o jogador é colocado na temível Silent Hill sob a pele do caminhoneiro Travis Grady, que, ocasionalmente, dirigia sob forte chuva pelas cercanias da cidade quando é surpreendido pela visão de uma menina no meio da estrada (quem tem algumas intimidade com a série já deve imaginar quem seja). Quando o caminhoneiro finalmente consegue parar o caminhão — não sem uma boa cena cinematográfica graças a uma chuva torrencial —, a menina acaba saindo correndo rumo à escuridão. Nesse ponto fica bem clara uma certa “forçada de barra” por parte da trama, já que Travis, inexplicavelmente, abandona o caminhão no meio da estrada e sai perseguindo a misteriosa menina rumo ao lugar que já se pode imaginar.

Não que realmente exista algo de errado com Travis, o problema é que ele realmente não tinha necessidade alguma de estar em Silent Hill! Ao contrário dos protagonistas anteriores que tinham suas histórias de vida muito bem amarradas aos acontecimentos na cidade. De maneira geral, a impressão que fica é que Travis realmente não chega a fazer parte da realidade de Silent Hill.

A atmosfera pesada

Tudo bem, Silent Hill é uma franquia já com oito anos e merecia uma certa remodelada em alguns pontos. Entretanto, é inegável que a capacidade de imersão da atmosfera da série nunca deixou nada a desejar. A forma como os assuntos são abordados de forma indireta nos parcos diálogos, a forma insólita como alguns monstros aparecem — o que nem sempre causa sustos, mas infunde uma espécie de incomodo inexplicável — ou mesmo toda a névoa que envolve a cidade; a atmosfera em Silent Hill é, inegavelmente, uma marca registrada e também a prova de que não são necessárias dúzias de inimigos para causar uma boa dose de calafrios.

Conforme já dito, em Origins esses elementos encontram-se muito bem representados. Desde o começo do jogo, quando Travis sai buscando informações sobre a menina misteriosa, os fatos ficam sempre envoltos em uma penumbra e alguns personagens bastante enigmáticos cruzam o caminho. Algumas... criaturas que aparecem pelo caminho também causam frios na espinha, seja pela aparência ou pelos movimentos (como uma enfermeira que, quando derrubada, bate a própria cabeça no chão convulsivamente).

Encaixando-se perfeitamente com o clima tenso e sombrio está a boa trilha sonora de Origins. Variando desde suspiros e barulhos estranhos até músicas, o que se têm é um reforço muito bem vindo à trama do jogo.

O último lugar onde alguém gostaria de estar

As boas texturas e o trabalho bem decente no desenho da cidade apenas colaboram com o clima pesado de Origins. Por toda parte, têm-se mesmo a impressão de se estar em uma cidade fantasma onde, certamente, alguma coisa muito ruim deve ter acontecido; tanto os objetos quanto os edifícios transmitem constantemente a idéia de algo abandonado ao sabor do tempo (coisa velha mesmo). Além disso, os montes de sangue encontrados tanto na forma de manchas nas paredes e no chão como saindo diretamente de uma das estranhas criaturas do jogo ajudam muito a manter a tensão.

Sim, alguns ambientes clássicos da série ainda conseguem provocar arrepios. De fato, são bem poucos os momentos em que há quebras de gráficos que fazem lembrar que se está em um jogo. Trata-se, a bem da verdade, de um bom aproveitamento do potencial gráfico do PSP — mesmo não sendo nada extremo, traz uma quantidade bem razoável de detalhes.

De maneira geral, Origins traz algumas criaturas bem de acordo com a trama. Embora algumas sejam mais estranhas do que propriamente assustadoras, outras conseguem realmente passar uma impressão bem forte. Isso fica ainda mais evidente nos chefes, que notadamente foram bem bolados e podem mesmo causar um pouco de incomodo mesmo nos jogadores menos impressionáveis.

O personagem ainda parece sofrer de “rigor mortis”

Assim como sempre aconteceu na série (algumas vezes mais, outras menos), em Origins o protagonista ainda parece um ser vivo apresentando “rigor mortis” (rigidez cadavérica). Travis apresenta o mesmo andar penoso e os movimentos lentos de todos os seus antecessores (ou sucessores, dependendo de como se encare), algo que se reflete, é claro, diretamente nos momentos de luta.

É claro que Silent Hill nunca foi conhecido por ter um sistema primoroso a ágil de luta, já que os criadores sempre primaram mais pela atmosfera e pelos enigmas — o que, sem dúvida, é algo bom. Em Origins a fórmula apenas se repete. Durante o ataque a alguns inimigos, a impressão que se têm é de que Travis jamais será capaz de desferir um ataque a tempo... mas ele consegue, desde que se comece a executar o golpe um tom tempo antes de o inimigo estar cara-a-cara.

Uma atmosfera envolvente pra valer as batalhas de dar sono. È claro que, na maioria das vezes, o negócio é mesmo evitar sair encarando todo tipo de criatura estranha que apareça pela frente, porém, quando não há saída, o negócio é tentar mesmo o lento soco do herói ou mesmo arremessar coisas como um radio ou uma televisão pra cima do inconveniente ser. O que faz lembrar pequena — e não necessariamente agradável — novidade: em Origins, a maioria dos itens pode ser utilizada apenas um número limitado de vezes, em seguida ele se quebra. Além disso, em alguns momentos durante uma luta, Travis pode entrar numa espécie de disputa de força com a criatura, o que é colocado na forma de um tipo de mini-game em que se deve pressionar repetidamente algum botão (algo que realmente já foi visto em outros lugares).

È claro que as cenas de luta, como sempre, representam uma parte menor da ação. Assim como acontecia nos jogos anteriores, Origins vem com uma boa carga de enigmas bem bolados para se resolver; enigmas que, muitas vezes, implicam na resolução de outros enigmas. Ao contrário do simplório estilos “ache-a-chave-que-abre-a-porta”, em Origins o negócio é manter um caderninho à mão para anotar várias informações que podem ser úteis em momentos futuros.





É bem verdade que Silent Hill é uma série consagrada, que pouquíssimas vezes pecou pela falta ou mesmo pelo excesso de originalidade (reinventar a roda nem sempre gera algo interessante). De fato, muitos foram os elementos iniciados na série, principalmente no que diz respeito à trama, já que o jogo sempre priorizou muito mais a atmosfera pesada e a trama envolvente (pelo menos na maior parte do tempo) do que alguns momentos de puro e simples susto; o terror sempre foi muito mais psicológico. Esses elementos aliados à presença de protagonistas interessantes e dinâmicos sempre deram aquele “je ne se qua” de originalidade que sobrepujava até mesmo a fraca mecânica das cenas de ação.

Só que, não obstante todas essas memoráveis características, trata-se de uma franquia já com oito anos nas costas. Realmente não faria nada mal dar uma reelaborada — mesmo que não muito profunda — em alguns pontos. Assim sendo, pode-se considerar que Origins seja aquele jogo que absolutamente não pode faltar na coleção de qualquer fã de carteirinha, já que completa várias lacunas na história da série e também pelo simples fato de ser uma história nova. Porém, aquele jogador ocasional em busca de algo com um fôlego restaurado pode acabar com a sensação de que tem nas mãos um jogo francamente um tanto idoso que provavelmente carece de vário reajustes. De qualquer forma, é diversão tipicamente Silent Hill.

Silent Hill 4 The room PS2






Alguns games de terror usam o visual e situações inesperadas para fazer o jogador pular da cadeira. A série "Silent Hill" da Konami vai por um outro lado e aposta mais no psicológico. Quem já teve a oportunidade de conhecer um dos games, sabe quanto é perturbador ouvir pelo radinho (que funciona como radar) que um monstro está a sua espera naquele lugar que você gostaria de ir.

"Silent Hill 4: The Room", o terceiro da série para o PlayStation 2, aprimora essa idéia, aposenta a heroína do game anterior e promete algumas novidades.

Como os jogos anteriores, este quarto episódio da série não tem ligação com o enredo das outras aventuras, mas mantém a cidade enevoada de "Silent Hill" como pivô de muitos mistérios. A aventura, no entanto, começa em Ashfield, que de acordo com a geografia do game é a cidade vizinha de "Silent Hill".

Henry Townsend, personagem principal do jogo, se vê aprisionado em seu quarto de hotel em Ashfield. Após uma semana de confinamento, ele descobre um portal em seu banheiro que o leva para um mundo perturbador.

A ação do game é alternada entre o apartamento e o mundo assustador, que traz corpos flutuando na rua, pessoas deformadas e tudo o que seu pior pesadelo possa induzir. Uma novidade é que a tradicional visão em terceira pessoa se alterna para primeira pessoa sempre que Henry volta para o seu apartamento.

Na parte visual, "Silent Hill 4" mantém o filtro granulado e a eterna névoa, mas desta vez os cenários são muito mais assustadores graças a engine gráfica de "Metal Gear Solid 3", que foi modificada para atender às necessidades do jogo.

"Silent Hill 4" tem versões confirmadas para PlayStation 2 e Xbox.



FICHA TÉCNICA
Fabricante: Konami
Lançamento: 07/09/2004
Distribuidora: Konami
Suporte: 1 jogador, cartão de memória
Outras plataformas: PC

RecomendadoAvaliação:
Recomendado

Alone In The Dark: Near Death Investigation




A série "Alone in the Dark" nasceu em 1992 e foi um dos primeiros jogos a trazer os fundamentos do estilo que é tratado como "horror de sobrevivência", quatro anos antes de "Resident Evil" popularizar o estilo. Já estavam lá os quebra-cabeças, os ambientes 3D e criaturas horrendas. Pela escassez de armas, evitar os monstros era fundamental e a sensação de ter a vida ameaçada deixava ao menos um fio de tensão no ar.

Agora, quatro jogos e 13 anos depois, a Eden Studios, de "Cold Fear", está trazendo a lendária franquia para a nova geração de consoles e PC, aproveitando o imenso poder de processamento para garantir a atmosfera macabra que sempre norteou a série. Mas os videogames da velha guarda não serão esquecidos com a Hydravision adaptando o jogo para Wii e PS2.

Seguindo a tradição, o protagonista será Edward Carnby, que tem alcunha de "detetive sobrenatural". O personagem sempre foi cercado de mistérios e mais um acaba de ser incorporado. É que o primeiro "Alone in the Dark" se passa no final da década de 20 e o presente episódio, em 2006. Carnby, aparentemente, mantém a mesma aparência de jovem adulto de sempre.

O cenário do novo episódio será o Central Park, famoso ponto turístico de Nova York. Temas ocultistas estarão em pauta, além de questões existenciais como a vida após a morte. Todo o microcosmo do parque, que tem restaurantes, cinemas e até mesmo um zoológico, deverá ser explorado.

Além dos elementos de exploração e quebra-cabeça, um dos focos da série, "Near Death Investigation" trará maior peso na ação. Os tiroteios têm lugar garantido, mas agora também haverá cenas de ação furtiva e combates corpo-a-corpo. Porém, os cenários interativos terão um peso grande para enfrentar os inimigos. Na versão para Wii , a combinação wii-remote e nunchuk é usada para manipular objetos em tempo real.

A produtora criou ambientes que obedecem às leis físicas e que funcionarão segundo a lógica. Ou seja, haverá muitos elementos nos cenários que poderão ser usados para fugir dos perigos ou resolver um quebra-cabeça. O fogo também será elemento ativo no funcionamento do jogo.

A narrativa também sofreu modificações. Talvez influenciado por séries como "Lost" e "24 Horas", o novo "Alone in the Dark" será dividido por episódios. Cada um deles durará cerca de 30 minutos e terá uma conclusão parcial. Isso faz com que mesmo quem tenha pouco tempo possa ir avançando aos poucos, sem se perder no enredo, mas ainda assim chegar a um objetivo. Toda vez que iniciar um novo episódio, aparecerá também uma breve recapitulação.

FICHA TÉCNICA
Fabricante: Hydravision
Lançamento: 24/06/2008
Distribuidora: Atari
Suporte: Cartão de memória
Outras plataformas: PC PS3 WII XBOX 360

Bully