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Baseado no filme da Twentieth Century Fox, com Edward Speleers, Djimon Hounsou e Robert Carlyle, e inspirado no romance de fantasia best-seller de Christopher Paolini, Eragon é um jogo de aventura épico sobre um rapaz humilde que descobre que a salvação – ou a destruição – do Império reside nas suas mãos.
No papel de Eragon, e com o poderoso dragão Saphira ao teu lado, lutarás em batalhas titânicas contra forças sinistras às ordens de um rei malvado e cumprirás o destino dos Dragon Riders. Podes utilizar uma combinação de combate com magia para produzir ataques devastadores, e a função de jogo cooperativo permite-te juntar forças com Brom e Murtagh a qualquer altura.
* Incapacita e elimina os teus inimigos com as habilidades inigualáveis de um verdadeiro Dragon Rider. O sistema de combate de Eragon inclui vários movimentos de ataque e defesa fulminantes, incluindo um sistema de bloqueio degradável único
* Monta-te em Saphira, expele fogo na direcção dos teus inimigos e invoca ataques devastadores do teu dragão durante as batalhas corpo a corpo
* Eragon inclui jogo cooperativo com bónus de ataque em equipa e uma jogabilidade que permite utilizar o dragão em voo e em combate
* O trabalho efectuado em conjunto com a equipa de produção do filme garante uma representação fiel do mesmo
Já existe toda uma expectativa em torno de "Superman Returns", o novo filme do "homem de aço" e cuja estréia está prevista para 2006. Como não poderia deixar de ser, teremos um game baseado no longa-metragem e que pretende fazer os jogadores esquecerem-se de uma vez por todas do famigerado "Superman" para Nintendo 64, uma verdadeira unanimidade em qualquer rodinha na qual o assunto gire em torno do que há de pior em termos de games.
O jogo está sendo desenvolvido pela EA Tiburon, a mesma produtora por trás de "Madden NFL", por isso, não é de se surpreender que os movimentos e animações do super-herói lembrem muito os de um jogador de futebol americano da série - claro que com as devidas mudanças para fazer jus aos poderes do personagem da DC Comics.
A cidade fictícia de Metrópolis está merecendo uma atenção toda especial, com direito a 80 milhas quadradas de extensão e nove áreas distintas, todas disponíveis para o jogador de imediato. Ou seja, assim que o game começar, você poderá voar com Super-Homem por zonas industriais, pelo comércio ou na região central.
O maior desafio em "Superman Returns" não será sobreviver - afinal, estamos falando do Super-Homem, que só sucumbe diante da criptonita. Na verdade, o jogador terá que se virar como puder para derrotar os vilões sem alarmar os cidadãos de Metrópolis, ceifar vidas de inocentes ou causar grandes abalos à estrutura da cidade.
Levando em consideração a importância da cidade e de seus habitantes no contexto da jogabilidade, cada canto e estrutura, promete a produtora, poderá ser destruído e, mais que isso, utilizado como arma: um tanque de óleo poderá servir como um ótimo bastão de beisebol, por exemplo. Além disso, as habilidades especiais do Super-Homem - visão de raio-x, vôo, super-sopro e super-força - estarão disponíveis desde o princípio também.
Um dos novos inimigos do homem de aço atende pelo nome de Metallo. Trata-se de um vilão cibernético que adora absorver metal para o seu corpo, "devorando" arranha-céus inteiros em questão de segundos e aumentando de tamanho a cada refeição. Sem dúvidas, será um grande desafio para o jogador.
"Superman Returns" introduzirá um sistema de "stamina" ("vigor") que será peça-chave na jogabilidade, já que mantém o personagem balanceado. Ou seja, se a barra de stamina fica vazia, não é possível utilizar poderes e movimentos especiais. Tudo bem que, mesmo assim, Super-Homem não morrerá (afinal, oras, é o Super-Homem), mas com certeza alguns habitantes inocentes sim, enquanto o jogador tentar inutilmente salvá-los utilizando o super-sopro, para citar um exemplo.
Em suma, embora o jogo esteja atrelado ao filme, o que tradicionalmente não costuma ser algo muito bom, ao que parece o game terá vida e personalidade próprias, aproveitando o contexto do longa-metragem, mas sem esquecer da qualidade, o que, pelo menos no campo das teorias, soa bastante promissor.
"Superman Returns: The Videogame" está sendo desenvolvido para GameCube, PlayStation 2, Xbox e Xbox 360.
É estranho imaginar que um "blockbuster" da magnitude de "Piratas do Caribe" ainda não tivesse nenhum jogo baseado diretamente num dos episódios do filme (com exceção de "O Baú da Morte", que saiu apenas para videogames portáteis). Mas, com o terceiro longa-metragem, a Disney Interactive foi à forra, lançando títulos para todos os principais consoles e portáteis, além do PC.
Mas o que não muda mesmo é a tradição (ou seria maldição?) de games baseados em filmes ou desenhos terem qualidade discutível. "Pirates of the Caribbean: At World's End" até capricha na produção, mas conteúdo, que é o que importa, está aquém do desejado, sem inspiração. Tenta até criar um estilo "pirata" de lutar, mas não sai do campo das boas intenções.
Águas que já foram navegadas
"Pirates of the Caribbean: At World's End" é um jogo de ação e aventura, cujo principal elemento são os combates. Mas o título traz várias mecânicas, como minigames e seqüências de demonstração interativas, em que o sucesso depende de pressionar rapidamente os botões que aparecem na tela.
O enredo é praticamente o mesmo do filme e traz também um de seus maiores defeitos, que é contar a história presumindo que o espectador/jogador já tenha visto o segundo episódio. Ou seja, os fatos narrados acontecem logo depois de "O Baú da Morte" e gira em torno da busca pelo coração de Davy Jones, sem o qual o protagonista Jack Sparrow acabará tendo que se juntar ao bando do pirata-molusco.
Aliás, se você ainda não viu o terceiro filme, melhor fazê-lo antes de jogar, pois o game revela alguns lances da história.
O game começa promissor, trazendo gráficos competentes, personagens que se assemelham aos astros do cinema, como Johnny Depp e Keira Knightley (ainda que com um ar meio bizarro, mas, por outro lado, isso ressalta as qualidades de Davy Jones), dublagens decentes e boas doses de ação.
Mesclando lutas, missões primárias e secundárias, e eventos de demonstração interativa, que são "cenas de cinema" cujo sucesso depende do jogador pressionar botões ou mexer o direcional conforme aparece na tela, a primeira fase dá uma amostra do que o jogador vai encontrar pela frente. A má notícia é que, depois disso, quase não aparecem mais novidades.
Lutando à toa
A parte mais maçante são as lutas contra inimigos comuns. Isso representa a maior parte do game e enjoa rápido, pois os personagens possuem poucos golpes e os combates são meio travados. Os oponentes se defendem com freqüência e é difícil prever o golpe, pois varia conforme a distância até o alvo. Assim, a dificuldade não é fruto da "inteligência" dos inimigos, mas da ineficiência dos controles.
A impressão é que se quer forçar a utilização do sistema de esquiva, e assim reproduzir seqüências de luta como as do filme, fazendo os oponentes caírem dentro de um barril com água, serem atirados em fogueiras, se atacarem uns aos outros ou simplesmente darem de cara contra uma parede. De fato, assim, os adversários são eliminados mais rapidamente (ou, ao menos, ficam fora de combate por alguns instantes). Mas nem todas as áreas possuem armadilhas assim, e, nesse caso, você é obrigado a lutar normalmente. Quanto mais você variar as formas de combater, mais ganhará notoriedade. Apesar do marketing em torno desta funcionalidade, a pontuação não serve para muita coisa, com exceção da edição para Xbox 360, na qual os pontos são registrados no ranking mundial.
Há situações em que o combate é tête-à-tête, podendo se deslocar apenas em um eixo. Nesse caso, o oponente é ainda mais defensivo, e, por isso, é preciso explorar outras táticas. Mas uma vez descoberto o "esquema", tudo volta a ficar repetitivo. Esse tipo de combate é quase regra contra os chefes, que também mesclam interações com o cenário (como derrubar caixas) e demos interativos à la "God of War", mas sem a empolgação deste.
As fases contam com diversos tipos de missões, como eliminar os oponentes de forma sorrateira, retirar cartazes de "procurado", fazer propostas indecorosas para damas, vencer minigames, e conseguir determinadas quantidades de itens e golpes seqüenciais. Naturalmente, no caso do Xbox 360, as tarefas também servem para liberar conquistas. Apesar do esforço para variar a ação, esses objetivos são simples e em geral óbvios, sem muito valor. Novos golpes, personagens, modalidades e extras são liberados ao passar de fases. Quanto mais objetivos cumprir, melhores as recompensas.
Quase um 'blockbuster'
Em termos de produção gráfica, a melhor edição é a para Xbox 360, que combina o visual mais fiel ao filme original, contornos suaves e excelente desempenho. Já a versão para PlayStation 3 é mais "áspera" (está sem anti-aliasing, numa linguagem técnica), mas o pior é o fluxo de tela, que tropeça a torto e direito.
Já no Wii, PlayStation 2 e PSP, obviamente, a arte não é tão refinada, devido à menor resolução e capacidade dessas máquinas, mas, diante das limitações, estão um pouco acima da média. É meio grosseiro em alguns cenários, mas, no geral, seguram bem a onda, principalmente no que diz questão aos personagens. A qualidade da versão PC depende da configuração da máquina, mas, em geral, fica num meio termo entre os videogames de nova e antiga geração.
A trilha sonora aproveita as composições da obra original, que, sendo uma superprodução, reflete tal qualidade no game. Os astros do filme não emprestaram suas vozes para o jogo, mas os dubladores substitutos conseguem captar as atuações dos personagens, sem grandes perdas no resultado final.
Assuma a pele de Remy, um jovem ratinho que sonha em se tornar um grande chef de cozinha francês em Paris - tirando o "ligeiro" problema de se tratar de um rato - e viva alguns dos principais momentos do filme de animação.
Do esgoto às ruas da capital francesa, o jogador corre, desliza e escorrega por seis mundos com inimigos perigosos, ameaças intensas e missões periculosas. Além das 20 missões do single-player, o jogo traz modo multiplayer para dois participantes, entre minigames e uma corrida de ratos capaz de virar Paris de cabeça para baixo.
Como costuma acontecer com jogos baseados em filmes de animação, "Ratatouille" é uma mistura de vários gêneros. Por isso, os desafios são variados, passando por provas de culinária até lances típicos do estilo plataforma. As atividades envolvem desde criar pratos elaborados na cozinha até evitar ser visto por inimigos famintos.
Com grande popularidade dos games musicais, novos concorrentes no mercado precisam de grandes inovações e "Lips" está repleto delas. Idealizado por Keiichi Yano, o mesmo criador do cultuado "Elite Beat Agents" para Nintendo DS, o jogo de karaokê exclusivo do Xbox 360 tem como principal atrativo a possibilidade do usuário utilizar sua própria coleção de músicas, seja de um mp3 player ou do disco rígido do aparelho.
O pacote inclui dois microfones sem fio equipados com luzes e sensores de movimento. Os aparatos reagem às ações dos cantores e podem ser utilizados também para simular percussão. Aqueles que ficarem de fora, sem os tais microfones, podem participar das músicas com os controles tradicionais, utilizando uma série de comandos para dar mais volume à música, com outros instrumentos de apoio.
A seleção de canções inicial, contida no disco do jogo, é bem eclética e conta com nomes como Young Mc, Duffy e Peter Bjorn. Se não forem o bastante, além de importar itens de sua própria coleção, é possível adquirir material extra pelo serviço de download da Xbox Live.
O herói dos quadrinhos "Hellboy" aparecerá nos console de nova geração, misturando pancadaria e elementos estratégicos. O jogo está sendo feito pela Krome Studios, e terá colaboração do autor dos quadrinhos, Mike Mignola, e do diretor da edição cinematográfica, Guillermo Del Toro.
A história será original, trazendo um enredo com nazistas. O objetivo é frustrar os planos de dominação mundial do maligno Hermann Von Klempt. Mas o game trará alguns rostos conhecidos dos quadrinhos, como Abe Sapein e Liz Sherman, ambos personagens jogáveis no modo cooperativo do game.
Como nos quadrinhos, o personagem Hellboy terá poder sobre-humano, permitindo enfrentar uma legião de inimigos ao mesmo tempo. Mas, além da força bruta, a criatura vermelha pode usar o ambiente a seu favor. É possível arremessar os oponentes contra o cenário, muitas vezes destrutíveis, ou jogar um inimigo contra o outro.
Também haverá golpes sensíveis ao contexto, ou seja, dependendo do local e da situação, o resultado pode variar. O personagem poderá fazer seqüências de golpes, acumular força para desferir ataques mais fortes ou lançar os adversários para longe.
"Hellboy" terá versões para PlayStation 3, PSP e Xbox 360.
Na Escandinávia, 600 anos a.C., você assume a pelo de Beowulf, lendário guerreiro da tribo dos Geats, que passa por uma épica jornada em busca de fama e fortuna, e para tentar banir o rei dinamarquês Hrothgar, num duelo no qual apenas um deles sobreviverá.
É claro que, sozinho, superar os desafios é quase impossível. Por isso, é essencial buscar proteção nas províncias e ser leal a elas, o que envolve a diplomacia de um líder nato. Durante o jogo, você conhecerá os Ylfes, uma misteriosa raça cujos segredos serão revelados no final da história.
"Beowulf" é um jogo de ação e aventura em primeira pessoa, com elementos de RPG. Como de costume, há combates de sobra, com inimigos humanos ou não (sim, você entendeu). A idéia é capturar o espírito viking da época, com gráficos tridimensionais detalhados.
O sistema de combates apresenta um inovador modelo de luta de espadas, simulando com autenticidade os embates, sem deixar os efeitos de física de lado. Com isso, o jogo evita cair na repetição com tanta facilidade.
O game se auto-intitula como sucessor espiritual de "Sword & Sorcery", que serviu de base para muitas histórias modernas de fantasia, incluindo "O Senhor dos Anéis".
"Beowulf" é um jogo para PC, PlayStation 3 e Xbox 360.